{"id":2370,"date":"2018-07-05T17:54:55","date_gmt":"2018-07-05T20:54:55","guid":{"rendered":"https:\/\/globalattitude.org.br\/para-alem-da-siria-os-12-maiores-conflitos-mundiais-em-2018\/"},"modified":"2023-03-10T10:37:02","modified_gmt":"2023-03-10T13:37:02","slug":"para-alem-da-siria-os-12-maiores-conflitos-mundiais-em-2018","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/globalattitude.org.br\/en\/para-alem-da-siria-os-12-maiores-conflitos-mundiais-em-2018\/","title":{"rendered":"Para al\u00e9m da S\u00edria: os 12 maiores conflitos mundiais em 2018"},"content":{"rendered":"<p>O ano de 2018 chegou \u00e0 metade j\u00e1 com uma s\u00e9rie de tens\u00f5es pol\u00edticas, desestabiliza\u00e7\u00f5es e conflitos civis e entre Estados no mundo. As rela\u00e7\u00f5es internacionais, principalmente entre as grandes pot\u00eancias,\u00a0se encontram frequentemente &#8220;pisando em ovos&#8221;, onde uma a\u00e7\u00e3o ou apoio significam muito mais do que aparentam.<\/p>\n<p>Neste ano, al\u00e9m das muitas gafes diplom\u00e1ticas cometidas pelo presidente estadunidense, Donald Trump &#8211; o qual segue com provoca\u00e7\u00f5es pelo seu Twitter, desprezo por acordos internacionais e dos seus pr\u00f3prios diplomatas -, vemos\u00a0l\u00edderes europeus apoiarem o <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/mundo\/noticia\/entenda-o-acordo-nuclear-com-o-ira.ghtml\">acordo nuclear iraniano<\/a>, uma t\u00edmida por\u00e9m fatal suspens\u00e3o de a\u00e7\u00f5es voltadas ao combate \u00e0 mudan\u00e7a clim\u00e1tica e uma crise cada vez mais intrincada na Coreia do Norte, a qual tem envolvido R\u00fassia e Estados Unidos e gerado grande receio na comunidade internacional.<\/p>\n<p>Em 2016\u00a0publicamos sobre <a href=\"http:\/\/blog.globalattitude.org.br\/2016-quais-sao-e-como-esta-o-desenrolar-dos-conflitos-mundiais\/\">os principais conflitos mundiais<\/a>. Muito mudou neste per\u00edodo, mas pouco se resolveu. Um grande exemplo disso \u00e9 a guerra civil na S\u00edria, que registra atualmente cerca de 5,6 milh\u00f5es de refugiados e 6,5 milh\u00f5es de deslocados internos ao longo de sete anos de conflito, sem perspectivas de resolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O que come\u00e7ou com protestos contra o governo do presidente Assad, em 2011, logo se transformou em uma guerra entre o governo s\u00edrio (apoiado pela R\u00fassia, Ir\u00e3, grupo Hezbollah e por um partido liban\u00eas mu\u00e7ulmano) e grupos rebeldes anti-governo, ajudando, ainda, na expans\u00e3o de grupos extremistas na regi\u00e3o, como o Estado Isl\u00e2mico.<\/p>\n<p>Como em 2016, a maior parte das tens\u00f5es atuais se concentram nos continentes da \u00c1frica e \u00c1sia, com foco no Oriente M\u00e9dio, regi\u00e3o conhecida por seus conflitos antigos e aparentemente sem solu\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m dos <strong>estados de viol\u00eancia<\/strong> na Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo, Rep\u00fablica Centro-Africana e M\u00e9xico; <strong>instabilidade pol\u00edtica<\/strong> no L\u00edbano e Egito; e <strong>disputas territoriais<\/strong> na regi\u00e3o da Caxemira entre \u00cdndia e Paquist\u00e3o e o mar do sul da China com Vietn\u00e3 e Filipinas, o Diplomacia Civil destaca <strong>12 conflitos mundiais que v\u00eam se agravando em 2018<\/strong>. S\u00e3o eles:<\/p>\n<p><strong>Talib\u00e3 no Afeganist\u00e3o<\/strong><br \/>\nAtualmente, o Talib\u00e3 est\u00e1 em um momento de grande controle territorial desde o ataque \u00e0s Torres G\u00eameas nos EUA (conhecido como o 11 de setembro, em 2011). O grupo continua a orquestrar explos\u00f5es suicidas em grandes cidades e a incerteza da situa\u00e7\u00e3o tem afetado fortemente a economia afeg\u00e3. Somado a isso,\u00a0o Estado Isl\u00e2mico instalou um &#8220;grupo afiliado&#8221;, o Estado Isl\u00e2mico da Prov\u00edncia de Khorasan (ISIS-KP), o qual desde 2017 tamb\u00e9m vem causando ataques terroristas no pa\u00eds.<\/p>\n<div id=\"attachment_4194\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/1parwiz-reuters.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4194\" class=\"wp-image-4194\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/1parwiz-reuters-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4194\" class=\"wp-caption-text\">Foto: REUTERS\/Parwiz<\/p><\/div>\n<p><strong>Crise dos Rohingya em\u00a0Mianmar<\/strong><br \/>\nO grupo mu\u00e7ulmano Rohingya\u00a0enfrenta persegui\u00e7\u00e3o e discrimina\u00e7\u00e3o\u00a0no pr\u00f3prio pa\u00eds, cujos integrantes, os quais contabilizam mais de um milh\u00e3o de pessoas, n\u00e3o\u00a0s\u00e3o nem mesmo considerados cidad\u00e3os pelo governo de Mianmar. Grupos budistas nacionalistas, como o MaBaTha e o movimento anti-Muslim 969, frequentemente boicotam com\u00e9rcios de mu\u00e7ulmanos, atacam suas comunidades e os expulsam do pa\u00eds. Ap\u00f3s duas ondas de viol\u00eancia e revoltas nos meses de junho e outubro de 2012, o centen\u00e1rio conflito se intensificou no pa\u00eds de maioria budista, resultando na morte de centenas de Rohingya.<\/p>\n<p>Em 2017, por\u00e9m, um grupo de militantes, denominado Arakan Rohingya Salvation Army (ARSA), realizaram uma s\u00e9rie de ataques contra postos do ex\u00e9rcito e da pol\u00edcia, o que resultou na morte de mais de 70 pessoas. Como resposta, o ex\u00e9rcito lan\u00e7ou uma bruta repress\u00e3o em vilarejos Rohingya, for\u00e7ando a fuga de mais de 700 mil habitantes para a fronteira com Bangladesh desde ent\u00e3o. A situa\u00e7\u00e3o foi\u00a0acusada pela ONU como &#8220;limpeza \u00e9tnica&#8221; e a crise humanit\u00e1ria vem crescendo a n\u00fameros alarmantes, com Bangladesh atualmente abrigando o maior campo de refugiados, com cerca de um milh\u00e3o de Rohingya.<\/p>\n<div id=\"attachment_4195\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/2getty-images.jpg\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4195\" class=\"wp-image-4195\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/2getty-images-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"338\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4195\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Getty Images<\/p><\/div>\n<p><strong>Guerra Civil no Sud\u00e3o do Sul<br \/>\n<\/strong> Os conflitos come\u00e7aram em 2013 entre soldados da guarda presidencial, transformando-se rapidamente em uma disputa entre as etnias Dinka e Nuer. Desde o seu in\u00edcio, mais de 50 mil pessoas foram mortas e 4 milh\u00f5es tiveram de deixar suas casas.<\/p>\n<p>Com toda a viol\u00eancia, fazendeiros n\u00e3o conseguem mais plantar, causando uma redu\u00e7\u00e3o de comida em todo o pa\u00eds. O Conselho de Seguran\u00e7a da ONU declarou o pa\u00eds, em 2014, como a pior crise aliment\u00edcia. Somado a isso, o Sud\u00e3o tem uma das maiores taxas de crian\u00e7as-soldado combatendo nos dois lados do conflito, houve uma insurg\u00eancia de uma s\u00e9rie de grupos armados e os acordos de paz n\u00e3o chegam a um consenso.<\/p>\n<div id=\"attachment_4196\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/3charles-lomodong-afp.jpg\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4196\" class=\"wp-image-4196\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/3charles-lomodong-afp-300x201.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"401\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4196\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Charles Lomodong\/AFP<\/p><\/div>\n<p><strong>Conflito Curdo-Turco<\/strong><br \/>\nAs tens\u00f5es datam desde 1984. Os curdos que vivem na Turquia acusam os sucessivos governos de suprimir sua cultura &#8211; como a proibi\u00e7\u00e3o de sua l\u00edngua na m\u00eddia e em livros &#8211; e demandam independ\u00eancia, criando assim o Estado Curdo. O Kurdish Workers Party (PKK), considerado um grupo terrorista pelo governo, levanta desde ent\u00e3o uma insurg\u00eancia contra as autoridades turcas, resultando na morte de mais de 40 mil pessoas nesses 33 anos de conflito.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o tem piorado com os conflitos nos pa\u00edses vizinhos, Iraque e S\u00edria. Em 2016, ataques na Turquia pelo Estado Isl\u00e2mico e confrontos com grupos curdos aumentaram significativamente e, ap\u00f3s uma tentativa de golpe de estado, em julho do mesmo ano, contra o Presidente Recep Erdogan, aumentou a instabilidade pol\u00edtica do pa\u00eds.<\/p>\n<div id=\"attachment_4197\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/4ILYAS-AKENGINAFPGetty-Images.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4197\" class=\"wp-image-4197\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/4ILYAS-AKENGINAFPGetty-Images-300x198.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"396\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4197\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Ilyas Akengin\/AFP<\/p><\/div>\n<p><strong>Al-Shabab na Som\u00e1lia<br \/>\n<\/strong>Grupo afiliado \u00e0 Al-Qaeda, o al-Shabab surgiu em 2006, aproveitando-se do enfraquecimento do governo somali naquela \u00e9poca para controlar grandes faixas de territ\u00f3rio. O grupo terrorista atingiu seu auge em 2011, ao controlar partes da capital, Mogad\u00edscio, e do importante porto de Kismayo, al\u00e9m de ter passado a atacar o Qu\u00eania em resposta a uma miss\u00e3o de interven\u00e7\u00e3o do pa\u00eds &#8211; foram mais de 150 ataques a acampamentos do ex\u00e9rcito e locais civis, como o campus de uma universidade (2016) e um shopping de Nair\u00f3bi (2015).<\/p>\n<p>Atualmente o grupo est\u00e1 enfraquecido, mas ainda conta com cerca de 8mil combatentes e o dom\u00ednio de \u00e1reas rurais da Som\u00e1lia. Ainda afiliado \u00e0 Al-Qaeda, o al-Shabab \u00e9 cotado para uma alian\u00e7a com o Estado Isl\u00e2mico desde 2016, o qual vem causando ataques no mesmo pa\u00eds como tentativa de conquistar a fidelidade do grupo menor.<\/p>\n<div id=\"attachment_4198\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/5Feisal-Omar-Reuters.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4198\" class=\"wp-image-4198\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/5Feisal-Omar-Reuters-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"338\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4198\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Feisal Omar\/Reuters<\/p><\/div>\n<p><strong>Guerra do I\u00eamen<\/strong><br \/>\nO pa\u00eds enfrenta uma insurg\u00eancia liderada pelos Houthis, um grupo rebelde xiita, conhecido por se revoltar contra governos sunitas. Em 2014 o grupo tomou o controle da capital, Sanaa, exigindo a redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis e um novo governo. As conversas mediadas pela ONU entre militantes do Houthi e o atual governo iemenita n\u00e3o chegaram a um acordo, levando o pa\u00eds a uma cis\u00e3o entre xiitas e sunitas.<\/p>\n<p>A guerra j\u00e1 envolve outros pa\u00edses, como Estados Unidos e Ar\u00e1bia Saudita do lado dos sunitas e Emirados \u00c1rabes Unidos e Ir\u00e3 apoiando os xiitas. Esta j\u00e1 \u00e9 uma das maiores crises humanit\u00e1rias do mundo, com mais de 15mil civis mortos ou feridos, 8 milh\u00f5es sob risco de desnutri\u00e7\u00e3o e mais de um milh\u00e3o sofre de c\u00f3lera. Ambos os lados do conflito s\u00e3o acusados de violar os direitos humanos e as leis humanit\u00e1rias internacionais.<\/p>\n<div id=\"attachment_4199\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/6los-angeles-times.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4199\" class=\"wp-image-4199\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/6los-angeles-times-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"338\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4199\" class=\"wp-caption-text\">Foto: L.A. Times<\/p><\/div>\n<p><strong>Conflito Israel e Palestina<br \/>\n<\/strong>A disputa territorial \u00e9 um conflito que dura h\u00e1 s\u00e9culos, onde israelenses e palestinos querem o controle de Jerusal\u00e9m, a qual possui\u00a0importantes localidades para judeus, crist\u00e3os e mu\u00e7ulmanos, as tr\u00eas principais religi\u00f5es monote\u00edstas do mundo.\u00a0Em 1948 Jerusal\u00e9m foi dividida entre Ocidental (Israel) e Oriental (Jord\u00e2nia), j\u00e1 em 1980 Israel anexou a parte Oriental ao seu territ\u00f3rio, medida vista como ilegal pela ONU e Uni\u00e3o Europeia. De 1993 em diante, ap\u00f3s tratado firmado entre ambas as partes em conflito, foi acordado que o status final da cidade deve ser discutido nos \u00faltimos est\u00e1gios das negocia\u00e7\u00f5es de paz, mediada pelos EUA.<\/p>\n<p>Desde 2014, por\u00e9m, uma s\u00e9rie de conflitos v\u00eam agravando a situa\u00e7\u00e3o, principalmente no territ\u00f3rio palestino, contabilizando mais de 2 mil mortes em apenas um m\u00eas. Nos \u00faltimos meses, protestantes palestinos\u00a0t\u00eam feito atos nos limites do territ\u00f3rio da Faixa de Gaza contra as condi\u00e7\u00f5es invi\u00e1veis na qual vivem, clamando pelo direito de retornar &#8211; a taxa de desemprego na regi\u00e3o j\u00e1 atinge os 44%. Soldados israelenses t\u00eam usado armas de m\u00e1ximo dano contra os palestinos, a maioria n\u00e3o demonstrando amea\u00e7a a eles. A Anistia Internacional denuncia estes atos, afirmando ser um s\u00e9rio abuso dos direitos humanos e que as autoridades israelenses n\u00e3o est\u00e3o punindo estas a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Leia mais: <a href=\"http:\/\/blog.globalattitude.org.br\/inauguracao-de-embaixada-dos-eua-em-jerusalem-gera-conflitos-e-polemica-internacional\/\">Inaugura\u00e7\u00e3o de embaixada dos EUA em Jerusal\u00e9m gera conflitos e pol\u00eamica internacional<\/a><\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_4200\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/7malaysianaccess.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4200\" class=\"wp-image-4200\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/7malaysianaccess-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4200\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Malaysian Access<\/p><\/div>\n<p><strong>Boko Haram na Nig\u00e9ria<\/strong><br \/>\nUm dos maiores grupos militantes isl\u00e2micos do continente africano, desde 2011 o Boko Haram tem causado grandes ataques terroristas contra grupos religiosos e pol\u00edticos, ex\u00e9rcito e civis. O grupo chamou a aten\u00e7\u00e3o internacional ap\u00f3s o sequestro de 200 meninas em uma escola, em 2014.<\/p>\n<p>Apesar da ajuda de outros pa\u00edses, como Chade, Camar\u00f5es e N\u00edger, contra as investidas do Boko Haram, o grupo segue fazendo ataques suicidas com grandes consequ\u00eancias, j\u00e1 tendo contabilizado mais de 28 mil mortes, e tem conseguido penetrar a importante cidade comercial de Lagos e se expandir para pa\u00edses fronteiri\u00e7os, como Camar\u00f5es. Suas atividades causaram o deslocamento de mais de 2 milh\u00f5es de nigerianos.<\/p>\n<div id=\"attachment_4201\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/8saharareporters.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4201\" class=\"wp-image-4201\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/8saharareporters-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"338\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4201\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Sahara Reporters<\/p><\/div>\n<p><strong>Estado Isl\u00e2mico no Iraque<br \/>\n<\/strong> Mais de duas milh\u00f5es de pessoas viviam em \u00e1reas no Iraque sob o controle do grupo extremista. Em 2014 o EI avan\u00e7ou do Iraque \u00e0 S\u00edria e uma coaliz\u00e3o internacional, com mais de 60 pa\u00edses, participaram de ataques a\u00e9reos na regi\u00e3o para derrotar o grupo. Foram mais de 13 mil ataques a\u00e9reos apenas por parte dos EUA.<\/p>\n<p>Atualmente, o grupo controla apenas 2% do Iraque, contra os 40% que tinha em 2014, mas seus ataques seguem com grande viol\u00eancia, matando at\u00e9 mesmo centenas de civis que retornavam a algumas cidades supostamente pacificadas. O EI continua, tamb\u00e9m, atuando em pa\u00edses pr\u00f3ximos.<\/p>\n<div id=\"attachment_4202\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/9globalo.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4202\" class=\"wp-image-4202\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/9globalo-300x198.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"395\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4202\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Globalo<\/p><\/div>\n<p><strong>Guerra Civil na L\u00edbia<\/strong><br \/>\nDesde a morte de Muammar al-Gaddafi, em 2011, a L\u00edbia busca reconstruir as institui\u00e7\u00f5es do estado em meio ao crescimento de mil\u00edcias rebeldes (incluindo integrantes do Estado Isl\u00e2mico e jihadistas). Neste per\u00edodo, mais de 430 mil pessoas tiveram de deixar suas casas.<\/p>\n<p>A desestabiliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, somada \u00e0s atividades terroristas do Estado Isl\u00e2mico e outros grupos rebeldes, v\u00eam causando a falha das negocia\u00e7\u00f5es e tentativas de resolu\u00e7\u00e3o por parte de for\u00e7a tarefas da ONU. Os ataques a\u00e9reos performados pelos EUA tamb\u00e9m est\u00e3o atingindo civis, o que contribui para uma grande crise humanit\u00e1ria.<\/p>\n<div id=\"attachment_4203\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/910Maher-AlawamiEFP.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4203\" class=\"wp-image-4203\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/910Maher-AlawamiEFP-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"338\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4203\" class=\"wp-caption-text\">Foto: EPA\/Maher Alawami<\/p><\/div>\n<p><strong>Desestabiliza\u00e7\u00e3o no Mali<br \/>\n<\/strong>Desde a sua independ\u00eancia da Fran\u00e7a, em 1960, o Mali tem vivido uma s\u00e9rie de lutas pol\u00edticas e golpes, contribuindo para o surgimento de in\u00fameros grupos militantes que reivindicam territ\u00f3rios no pa\u00eds e desestabilizam pa\u00edses fronteiri\u00e7os. Em 2012 um golpe militar contribuiu para que alguns grupos militantes tomassem a regi\u00e3o norte do pa\u00eds. Desde 2013, o chamado G5 do Sahel (composto por Mali, Burkina Faso, Chade, Maurit\u00e2nia e N\u00edger) e a Fran\u00e7a v\u00eam conduzindo miss\u00f5es para acabar com a atua\u00e7\u00e3o dos grupos que controlam o norte.<\/p>\n<p>Apesar do aumento do envolvimento de outros pa\u00edses, estes grupos ainda mant\u00eam o controle da regi\u00e3o e v\u00eam se expandindo para outros pa\u00edses, causando uma s\u00e9rie de ataques terroristas. A preocupa\u00e7\u00e3o atual \u00e9 a de que houve um aumento de for\u00e7a nestes grupos, com possibilidade de haver um movimento em dire\u00e7\u00e3o ao centro do pa\u00eds e os ataques t\u00eam sido cada vez mais mortais, com foco em pontos tur\u00edsticos como hot\u00e9is e resorts.<\/p>\n<div id=\"attachment_4204\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/911theatlantic.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4204\" class=\"wp-image-4204\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/911theatlantic-300x197.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"393\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4204\" class=\"wp-caption-text\">Foto: The Atlantic<\/p><\/div>\n<p><strong>Crise pol\u00edtica no Burundi<\/strong><br \/>\nDesde que se tornou independente, em 1962, o Burundi vivencia in\u00fameros epis\u00f3dios de viol\u00eancia, incluindo massacres (1972 e 1988) e uma guerra civil que durou 12 anos (1993). As origens dos conflitos s\u00e3o principalmente\u00a0\u00e9tnicas, entre Tutsis e Hutus, com um hist\u00f3rico de pol\u00edticas discriminat\u00f3rias &#8211; similar \u00e0 hist\u00f3ria de Ruanda, pa\u00eds que compartilha dos mesmos grupos \u00e9tnicos. No caso do Burundi, por\u00e9m, \u00e9 o governo formado por Tutsis que vem cometendo grandes atos de viol\u00eancia contra Hutus.<\/p>\n<p>Desde 2009 h\u00e1 uma supress\u00e3o de partidos opositores por parte do governo e persegui\u00e7\u00e3o a membros da sociedade civil, reduzindo o espa\u00e7o democr\u00e1tico do pa\u00eds. Em 2013 o governo aprovou uma lei contra a liberdade de imprensa e logo depois restringiu a reuni\u00e3o de grandes p\u00fablicos.\u00a0 Em 2015, o presidente Pierre Nkurunziza elegeu-se ilegalmente pela terceira vez, causando uma s\u00e9rie de protestos, com grande repress\u00e3o policial e mortes de civis. Por conta da instabilidade, mais de 280 mil burundianos fugiram do pa\u00eds e mais de mil pessoas morreram.<\/p>\n<div id=\"attachment_4205\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/912usatoday.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4205\" class=\"wp-image-4205\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/912usatoday-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"399\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4205\" class=\"wp-caption-text\">Foto: USA Today<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ano de 2018 chegou \u00e0 metade j\u00e1 com uma s\u00e9rie de tens\u00f5es pol\u00edticas, desestabiliza\u00e7\u00f5es e conflitos civis e entre Estados no mundo. 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