{"id":2893,"date":"2019-06-25T15:05:53","date_gmt":"2019-06-25T18:05:53","guid":{"rendered":"https:\/\/globalattitude.org.br\/mulheres-paz-e-seguranca-do-local-ao-internacional\/"},"modified":"2023-03-10T10:51:39","modified_gmt":"2023-03-10T13:51:39","slug":"mulheres-paz-e-seguranca-do-local-ao-internacional","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/globalattitude.org.br\/en\/mulheres-paz-e-seguranca-do-local-ao-internacional\/","title":{"rendered":"Mulheres, paz e seguran\u00e7a: do local ao internacional"},"content":{"rendered":"<h6><strong><em>Por\u00a0Maria Luiza Pacheco*<\/em><\/strong><\/h6>\n<p>Tradicionalmente, as guerras s\u00e3o entendidas e lembradas como disputas entre homens, resolvidas por homens e contadas por homens. Essa associa\u00e7\u00e3o cultural, pol\u00edtica, social e\u00a0hist\u00f3rica faz com que uma estrutura n\u00e3o s\u00f3 pr\u00e1tica, mas tamb\u00e9m discursiva ainda legitime a marginaliza\u00e7\u00e3o feminina nas quest\u00f5es de paz e seguran\u00e7a local e internacional.<\/p>\n<p>Com o fim da Guerra Fria, a preven\u00e7\u00e3o de conflitos e os processos de (re)constru\u00e7\u00e3o da paz tornaram-se uma das principais preocupa\u00e7\u00f5es da comunidade internacional. Se antes os conflitos eram interestatais, no p\u00f3s-guerra eles passam a centrar-se nos pr\u00f3prios Estados, compondo um cen\u00e1rio de crises securit\u00e1rias e humanit\u00e1rias, tamb\u00e9m chamadas de emerg\u00eancias complexas. Essa nova conjuntura tinha como caracter\u00edsticas o colapso do governo central e macroecon\u00f4mico, inseguran\u00e7a alimentar, viola\u00e7\u00e3o dos direitos humanos, conflitos \u00e9tnicos e religiosos, extrema pobreza e viol\u00eancia.<\/p>\n<div id=\"attachment_4836\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/foto-artigo-3.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4836\" class=\"wp-image-4836\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/foto-artigo-3-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"338\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4836\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>Assim, com as novas preocupa\u00e7\u00f5es em vig\u00eancia, surge a necessidade da amplia\u00e7\u00e3o da agenda internacional, incluindo novos temas, como meio ambiente, direitos humanos, humanitarismo, identidade e g\u00eanero. A redefini\u00e7\u00e3o do conceito de seguran\u00e7a, que antes se caracterizava pelo estudo da amea\u00e7a atrelado ao uso de for\u00e7a b\u00e9lica, passa a incorporar a import\u00e2ncia de atores antes negligenciados, e \u00e9 neste momento que a tem\u00e1tica de g\u00eanero passa a ter maior espa\u00e7o nos estudos da paz e da seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>As propostas feministas de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais ganham destaque em meio aos debates te\u00f3ricos que acompanham essas mudan\u00e7as de cen\u00e1rio (correntes p\u00f3s-positivistas em contesta\u00e7\u00e3o ao protagonismo do Estado defendido pelas teorias tradicionais, como o realismo e o liberalismo). Refutando as teorias convencionais, que definiam g\u00eanero como rela\u00e7\u00f5es interpessoais entre homens e mulheres, as correntes feministas, segundo Ann Tickner<strong>\u00b9<\/strong>, uma das principais te\u00f3ricas do tema, compreendem que as diferen\u00e7as de g\u00eanero s\u00e3o uma constru\u00e7\u00e3o social e cultural presente em todas as dimens\u00f5es da vida p\u00fablica e privada, onde o poder, a autonomia e a racionalidade s\u00e3o associados \u00e0 masculinidade. Al\u00e9m de definirem o g\u00eanero como uma categoria de an\u00e1lise, elas criticam os modelos tradicionais de viol\u00eancia, paz e seguran\u00e7a, defendendo que as diversas formas de viol\u00eancia interferem diretamente na realidade das mulheres, em diversos n\u00edveis e contextos. Mas o que isso quer dizer?<\/p>\n<div id=\"attachment_4835\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/foto-artigo-2.jpg\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4835\" class=\"wp-image-4835\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/foto-artigo-2-300x188.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"376\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4835\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Albert Gonzalez Farran \/ UNAMID<\/p><\/div>\n<p>Em 1990, o cl\u00e1ssico livro \u201cBananas, Beaches and Bases<strong>\u00b2<\/strong>\u201d da autora Cynthia Enloe nos ajuda a compreender. Enloe lan\u00e7a a pergunta: \u201cOnde est\u00e3o as mulheres?\u201d. A autora questiona a\u00a0representa\u00e7\u00e3o feminina na pol\u00edtica internacional ap\u00f3s duas d\u00e9cadas de feminismo nos estudos de RI, indagando sobre os pap\u00e9is das mulheres no militarismo, na diplomacia, na seguran\u00e7a e no desenvolvimento, e seus efeitos para a pol\u00edtica global. Ela aponta que a hist\u00f3rica marginaliza\u00e7\u00e3o das mulheres as tornou invis\u00edveis e ausentes dos processos agenciadores de seguran\u00e7a, e prop\u00f5e repensar como o pessoal, \u00e9 tamb\u00e9m internacional, ou seja, como a as estruturas dom\u00e9sticas podem influenciar nas pol\u00edticas globais.<\/p>\n<p>Assim, o primeiro passo para essa compreens\u00e3o seria reconhecer as diferentes formas de viol\u00eancia \u2013 direta, estrutural e cultural<strong>\u00b3<\/strong> \u2013 que comp\u00f5em um ciclo, o que tamb\u00e9m podemos chamar de continuum. Elas podem surgir da constru\u00e7\u00e3o de estere\u00f3tipos de g\u00eanero que definem pap\u00e9is para os homens, como o da for\u00e7a e da agressividade e para as mulheres, como o da fraqueza e o da vulnerabilidade, contribuindo para a consolida\u00e7\u00e3o, naturaliza\u00e7\u00e3o e perpetua\u00e7\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es desiguais de poder. Essas rela\u00e7\u00f5es criam estruturas sociais, pol\u00edticas e econ\u00f4micas patriarcais que se sustentam desde o local ao internacional, criando barreiras significativas para a inclus\u00e3o das mulheres nas diversas dimens\u00f5es das Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e no seu reconhecimento como agentes de voz, poder, decis\u00e3o e influ\u00eancia.<\/p>\n<div id=\"attachment_4834\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/female-peace-keeper.jpg\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4834\" class=\"wp-image-4834\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/female-peace-keeper-300x155.jpg\" alt=\"Mulheres paz\" width=\"600\" height=\"310\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4834\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>Compreendendo que as rela\u00e7\u00f5es de poder entre homens e mulheres influenciam diretamente na constru\u00e7\u00e3o da paz e da viol\u00eancia, \u00e9 fundamental ter uma vis\u00e3o de baixo para cima, ou seja, do local ao internacional. \u00c9 preciso reconhecer esse ciclo de viol\u00eancias, que ocorre localmente, mesmo em tempos de paz formal, como a viol\u00eancia armada, a viol\u00eancia dom\u00e9stica e a pr\u00f3pria <a href=\"https:\/\/eige.europa.eu\/gender-based-violence\/what-is-gender-based-violence\">Viol\u00eancia Baseada em G\u00eanero<\/a>. Elas contribuem para a marginaliza\u00e7\u00e3o das mulheres no \u00e2mbito da seguran\u00e7a, e inevitavelmente nos processos de constru\u00e7\u00e3o da paz como peacekeepers (militares), como peacemakers (negociadoras, mediadoras e signat\u00e1rias), e como peacebuilders (civis).<\/p>\n<p>Valorizar a tem\u00e1tica de g\u00eanero nas quest\u00f5es de paz, viol\u00eancia e seguran\u00e7a, significa reconhecer a import\u00e2ncia das mulheres participarem, representarem, tomarem decis\u00f5es, influenciarem e contarem hist\u00f3rias da mesma maneira e intensidade que os homens. Significa considerar a igualdade de g\u00eanero um elemento essencial para o processo de constru\u00e7\u00e3o de uma paz mais est\u00e1vel e duradoura, pois trata-se de equalizar as necessidades e potencialidades de todos, sem distin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o podemos todos ser bem-sucedidos quando metade de n\u00f3s est\u00e1 restringida\u201d. Essa foi a fala de Malala Yousafzai, ativista paquistanesa ganhadora do Pr\u00eamio Nobel da Paz em 2014, v\u00edtima de um atentado pelo Talib\u00e3 por defender o direito das meninas de irem \u00e0 escola. Atualmente, Malala \u00e9 a <a href=\"https:\/\/nacoesunidas.org\/malala-yousafzai-e-a-mensageira-da-paz-mais-jovem-na-historia-da-onu\/\">Mensageira da Paz mais jovem na hist\u00f3ria da ONU<\/a>\u00a0e \u00e9 um exemplo de luta pela igualdade de g\u00eanero.<\/p>\n<div id=\"attachment_4837\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/images.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4837\" class=\"wp-image-4837\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/images-300x158.jpg\" alt=\"Mulheres paz\" width=\"600\" height=\"317\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4837\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<h6>\u00b9Tickner, Ann (1997) \u201cYou Just Don&amp;#39;t Understand: Troubled Engagements between Feminists and IR Theorists\u201d The International Studies Association. International Studies Quarterly (41)4, 611-632.<\/h6>\n<h6>\u00b2Enloe, C. (1990) Bananas, Beaches and Bases: Making Feminist Sense of International Politics. Berkeley:<br \/>\nUniversity of California Press.<\/h6>\n<h6>\u00b3Galtung, J (1969) \u201cViolence, peace, and peace research\u201d Journal of peace research. 6(3), 167-191.<\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b><a href=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/IMG_3547.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-4833\" src=\"http:\/\/globalattitude.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/IMG_3547-237x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"160\" height=\"203\" \/><\/a><\/b><\/p>\n<p><strong>Conhe\u00e7a\u00a0a colunista:<\/strong><br \/>\n<b><em>Maria Luiza Pereira Pacheco<\/em><\/b><em>\u00a0\u00e9 internacionalista e pesquisadora, graduada em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais pela Universidade Vila Velha e mestra em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais \u2013 Estudos da Paz, Seguran\u00e7a e Desenvolvimento pela Universidade de Coimbra. Tem experi\u00eancia em comunica\u00e7\u00e3o social nas \u00e1reas de direitos humanos, empoderamento feminino e Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel. Atua em Terceiro Setor e assessoria internacional, e atualmente\u00a0pesquisa processos de paz e a participa\u00e7\u00e3o das mulheres.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por\u00a0Maria Luiza Pacheco* Tradicionalmente, as guerras s\u00e3o entendidas e lembradas como disputas entre homens, resolvidas por homens e contadas por homens. Essa associa\u00e7\u00e3o cultural, pol\u00edtica, social e\u00a0hist\u00f3rica faz com que uma estrutura n\u00e3o s\u00f3 pr\u00e1tica, mas tamb\u00e9m discursiva ainda legitime a marginaliza\u00e7\u00e3o feminina nas quest\u00f5es de paz e seguran\u00e7a local e internacional. 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